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Trivial e Singular

Um blog simples e único sobre as trivialidades e singularidades da (minha) vida

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Velocidade Furiosa 7

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Recordo de ser bastante jovem (adolescente) e ter visto o velocidade furiosa pela primeira vez. Ainda não conduzia, mas sempre gostei de carros e velocidade. Pelo que o filme me entusiasmou. Também tenho vários familiares aficcionados por carros, pelo que o filme passou a ser obrigatório. Vi todos os filmes da saga e não gostei de todos do mesmo modo. No entanto, tenho sempre tendência a ver para perceber como evolui a história. Com o 7 não podia ser exceção, especialmente, pela curiosidade em perceber como a produção geriu a morte de um dos protagonistas em plena fase de rodagem do filme. 

Na minha perspetiva este filme já não tem nada a ver com o primeiro, que se centrava muito na velocidade e corridas de rua. Neste último, os carros e a velocidade pareceram-me secundários. Há toda uma história de vingança em torno das personagens e os carros são apenas um meio para atingir o fim maior. Se isto torna o filme mais interessante? Para alguns certamente que sim, para mim não. Não achei grande piada ao filme, pela história e excesso de ficção, mas senti uma nostalgia inevitável, penso eu, por estar a ver aquele ator pela última vez. Não se percebe no filme qual o momento em que o Paul morre, mas claramente que na fase final teve um papel menos ativo que nos outros filmes. Penso que aquilo que todos recordarão do filme é a linda e emocionada homenagem prestada pela equipa, em que refletem sobre a personagem do Brian e se despedem do Paul Walker (que era um homem lindo). Muito bonito. Penso que nunca tinha visto uma homenagem tão boa num filme. Parabéns à produção.